Apresentação
Hello!
Para apreciação dos amigos internautas, seguem algumas fotos da apresentação deste sábado.
As fotos são da última aprensentação feita pelo Rheinland Pfalz em sua viagem do dia 08 de novembro de 2008.
Coreografia: Boladeiras de Fogo
Imigração alemã no Brasil
A imigração alemã no Brasil foi o movimento migratório ocorrido nos séculos XIX e XX de alemães para várias regiões do Brasil. As causas deste processo podem ser encontradas nos freqüentes problemas sociais que ocorriam na Europa e a fartura de terras no Brasil. Atualmente, estima-se que dezoito milhões ou 10% dos brasileiros têm ao menos um antepassado alemão.[2]
Os alemães, atrás apenas dos italianos, formam a principal etnia no Sul do Brasil.
Imigração voltada para a colonização
A imigração alemã no Brasil foi, inicialmente, uma iniciativa de colonização e povoamento. Este projeto foi arquitetado pelo Rei D. João VI e, posteriormente, pelo imperador D. Pedro I. A colonização continuou a ser efetuada pelo imperador D. Pedro II, durante o Segundo Reinado.
A concentração da colonização alemã no Sul do Brasil possui uma explicação: grande parte da região estava despovoada e as fronteiras com as ex-colônias espanholas ainda não estavam bem-definidas. Em conseqüência, a falta de povoadores na região poderia culminar numa fácil invasão estrangeira. Com a Independência do Brasil, a imigração portuguesa declinou por um certo tempo. O governo brasileiro se viu obrigado a procurar novas fontes de imigrantes: vieram alguns suíços, porém foram os alemães aqueles que ficaram incubidos de colonizar o Sul do País.[7]
A imigração durante o século XIX
A colonização no Rio Grande do Sul
Em 1824 chegam os primeiros colonos alemães ao Rio Grande do Sul, sendo assentados na atual cidade de São Leopoldo. Os alemães chegavam em pequeno número todos os anos, porém eram em número suficiente para se organizar e expandir pela região.
Nos primeiros cinqüenta anos de imigração, foram introduzidos entre 20 e 28 mil alemães ao Rio Grande, a quase totalidade deles destinados à colonização agrícola. Os primeiros colonos vieram de Holstein, Hamburgo, Mecklemburgo e Hannover. Depois, passaram a predominar os oriundos de Hunsrück e do Palatinado. Além desses, vieram da Pomerânia, Vestfália e de Württemberg. [8]
Outras colônias foram criadas na sequência, como Três Forquilhas, Nova Petrópolis, Teutônia, Santa Cruz, São Lourenço, Colônia Santo Ângelo, Colônia de Santa Maria do Mundo Novo, etc.
Mapa mostrando a dispersão das colônias alemãs no Sul do Brasil em 1905.
Em algumas décadas, a região do Vale do Rio dos Sinos estava quase que completamente ocupada por imigrantes alemães. A colonização transbordou da região, se expandindo por outras áreas do Rio Grande do Sul. É notável que a colonização alemã foi efetuada em terras baixas, seguindo o caminho dos rios. Na década de 1870, praticamente todas as terras baixas do interior do Rio Grande do Sul estavam sendo ocupadas pelos alemães, porém, as terras altas não atraíam os colonos, permanecendo desocupadas até a chegada dos italianos, em 1875.
A colonização em Santa Catarina
Ao contrário do que sucedeu no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina a colonização alemã não foi promovida através do governo, mas por iniciativas privadas. As colônias alemãs mais importantes foram criadas a partir de grupos como Hermann Blumenau e Ferdinand Hackradt (em 1850 a Colônia Blumenau) e pela Sociedade Hamburguesa (em 1851, a Colônia Dona Francisca, atual Joinville), ao norte do litoral do estado. A partir do início do século XX, imigrantes alemães foram trazidos do Rio Grande do Sul para ocupar novas colônias no oeste do estado. Essas colônias já não eram exclusivamente alemãs, pois também continham outros grupos de imigrantes, principalmente italianos.
Joinville, cidade de colonização alemã de Santa Catarina.
A colonização no Paraná
Embora menos numerosos, o alemães também marcaram forte presença no Paraná. A primeira colônia foi fundada em 1829. Entre 1877 e 1879, chegou número apreciável de alemães vindos da Rússia (os alemães do rio Volga, ver artigo: Alemães-Bessarábios). A maior parte dos imigrantes chegou no início do século XX, vindos diretamente da Alemanha, e se estabeleceram sobretudo nas regiões leste e sul (em cidades como Curitiba, Ponta Grossa, Palmeira, Rio Negro, entre outras). Em meados dos anos 1950, pessoas oriundas de colônias alemãs em Santa Catarina e Rio Grande do Sul migraram para a Região Oeste do estado.
A colonização no Rio de Janeiro
O Rio de Janeiro foi o primeiro dentre todos os estados brasileiros a receber imigrantes alemães, tendo estes imigrantes chegado em 3 e 4 de maio de 1823[9], quando rumaram para a colônia suíça de Nova Friburgo. [10] Já em Petrópolis, a imigração alemã foi concebida pelo alemão (posteriormente naturalizado brasileiro) Júlio Frederico Koeler (ou Julius Friedrich Koeler), major do Império Brasileiro. O pitoresco do projeto de Koeler foi o fato de batizar os quarteirões com nomes de cidades e acidentes geográficos das regiões (Reihnland-Westphalen) de onde vinham os colonos alemães: Kastelaum (Castelânea), Mosel (Mosela), Bingen, Nassau, Ingelheim, Woerstadt, Darmstadt e Rheinland (Renânia). As terras foram arrendadas para Koeler e, através dele, aos imigrantes, resultando em um sistema de foro e laudêmio (enfiteuse) pago aos herdeiros de Dom Pedro II até hoje. Estes imigrantes chegaram em Petrópolis no ano de 1837. [11]
A colonização no Espírito Santo
No Espírito Santo, os principais imigrantes de origem germânica foram os Prussianos e os Pomeranos (provenientes de uma extinta nação entre à Alemanha e a Polônia), foram os primeiros imigrantes à chegar ao estado (quase 50 anos antes dos Italianos), seus fluxos imigratórios se estenderam de 1846 até 1879, se estabeleceram principalmente no Centro-Sul do Estado, a primeira colônia fundada foi a de Santa Isabel , cuja sede, denominada pelos primeiros alemães de Campinho, foi construída a primeira igreja luterana da América do Sul. A imigração alemã no Espírito Santo é pequena ao se comparar com, por exemplo, a dos italianos, enquanto 65% da população do estado é de ascendência Italiana [12], apenas 5% da população é de ascendência germânica.
O outro povo de origem germânica à se estabelecer no estado, foram os Pomeranos, originários de uma extinta nação entre a Alemanha e a Polônia, começaram a chegar no estado no ano de 1859, se dirigiram um pouco mais ao norte que os alemães, se estabelecendo principalmente em Santa Maria de Jetibá e Domingos Martins, Os pomeranos estabeleceram suas colônias em total isolamento do resto do Estado, preservando muito de sua cultura e hábitos, como por exemplo o idioma, sendo que a cidade de Santa Maria de Jetibá uma cidade bilíngüe. Por causa de tal isolamento e diferenças culturais com o resto do Estado, os pomeranos até hoje são relativamente excluídos e lutam pela integração na sociedade.
Colonização no restante do Brasil
O Sul do Brasil recebeu a esmagadora maioria dos imigrantes alemães, porém, a presença germânica no Sudeste do Brasil é notável. Em São Paulo, os primeiros imigrantes chegaram em 1829 e se instalaram em Santo Amaro, mas a maior parte chegou no início do século seguinte. Em Minas Gerais, a maior colônia alemã estabeleceu-se em Juiz de Fora, onde em 1858 chegaram aproximadamente 1.200 colonos, o que representava cerca de 20% da população da cidade na época.
Mais recentemente, a partir da década de 1970, sulistas descendentes de alemães têm migrado para a Região Centro-Oeste do Brasil em busca de melhores condições de vida no campo.
fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil
Risoto ao Vinho Tinto
Culinária Italiana
Ingredientes
2 xícaras (chá) de arroz
1/2 garrafa de vinho tinto Brunello (pode ser substiuído por um Côtes-du-Rhône)
1 copo de água
4 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado
1 cebola picada
80g de manteiga
sal a gosto
Modo de Preparo
Refogar a cebola na metade da manteiga. Colocar o arroz e fritar durante 2 minutos, mexendo sempre. Pôr o vinho e cozinhar em fogo alto até evaporar o líquido, sem mexer. Acrescentar um copo de água, o sal e o parmesão. Cozinhar em fogo brando por mais 10 minutos. Se necessário, colocar mais água.
Quando o arroz estiver no ponto, desligar o fogo e deixar repousando por 5 minutos.
Acrescentar a manteiga restante e servir.
Rendimento: 4 pessoas
Curso de qualificação seleciona 40 recepcionistas para 24ª Oktoberfest
Técnicas de Recepção, História da Oktoberfest e Postura Profissional foram algumas das lições ensinadas às candidatas.
Parceria 24ª Oktoberfest Santa Cruz do Sul - BrasilAlemanha/Neues
Santa Cruz do Sul, RS - A 24ª Oktoberfest e 4ª Oktoberfeira, que acontecem de 9 a 19 de outubro, em Santa Cruz do Sul, vão contar com o atendimento de 40 recepcionistas. As meninas receberam cursos de qualificação do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), em mais uma parceria com a Festa da Alegria. De acordo com a líder de Processos Pedagógicos do Senac, Daiane Souza, das 90 candidatas inscritas, foram selecionadas 40, que cumpriram todas as exigências e alcançaram os objetivos propostos pelo curso de capacitação.

Foto: Divulgação
Candidatas posam para foto
As candidatas tiveram a oportunidade de participar de palestras com a rainha da 23ª Oktoberfest e 3ª Oktoberfeira, Naiara Pohmerehn, sobre vivência e experiência da festa; com a instrutora de dança do Centro Cultural 25 de Julho, Celi Durante, sobre trajes, dança e comida; e com o coordenador da Oktoberfest, Pedro Thessing, sobre folclore.
Para saberem mais sobre a maior celebração germânica do Rio Grande do Sul, as candidatas tiveram uma palestra com o diretor do Colégio Mauá, professor Nestor Raschen e a coordenadora do Museu do Mauá, Maria Luiza Rauber Schuster, sobre a história de Santa Cruz do Sul.
As 90 candidatas cumpriram sete dias de treinamento, em dois turnos, das 13h30min às 17h30min e das 18h30min às 22h30min, de 8 a 15 de agosto. No último sábado, 23, elas realizaram uma visita guiada aos pontos turísticos de Santa Cruz do Sul, organizada pela Coordenação de Recepção da 24ª Oktoberfest e 4ª Oktoberfeira.
“Além das técnicas de recepção, as meninas tiveram a oportunidade de se inteirar sobre os pontos turísticos locais e regionais, bem como sobre a cultura da região”, destaca Silvani Frantz, que coordena as recepcionistas da Oktoberfest juntamente com Valéria Theisen. Ela ressalta ainda que a importância da postura profissional, trabalho em equipe e a história da Oktoberfest também estavam na pauta do treinamento.
Qualificação
As 40 recepcionistas selecionadas, segundo Daiana, receberam um treinamento que levarão para toda a vida. “É um processo de capacitação que poderá ser levado para os mais diversos segmentos e campos de trabalho, devido à abrangência dos conteúdos e as lições que as candidatas puderam estudar”, argumenta ela.
Para a 24ª Oktoberfest e 4ª Oktoberfeira, os eventos ganharam ao contar com o trabalho de 40 profissionais. “As recepcionistas serão o cartão de visitas da Festa da Alegria, daí a importância na sua qualificação e capacitação que, da mesma forma, é uma maneira de qualificar o evento de maneira global”, finaliza Daiana.
Fonte: http://www.brasilalemanha.com.br/
Central de Notícias BrasilAlemanha. Serviços: Deutsche Welle - A Voz da Alemanha;
Danças Tradicionais Europeias
As Danças Tradicionais Europeias, retrata-se em aprender danças de pares e de grupo na sua maioria oriundas do centro da Europa.
São elas:
- Valsa;
- mazurka;
- scottisch;
- burrée;
As danças de pares, an dro, jig e chapelloise, em relação às de grupo, são apenas alguns exemplos.
Praticadas sobretudo no século XIX, algumas delas tiveram bastante divulgação e fazem hoje parte do folclore tradicional de várias regiões, ainda que por vezes com diferenças significativas.
A mazurka, a título de exemplo, é dançada no Algarve em “passo corrido” e chegou inclusive a Cabo Verde, provavelmente levada do nosso país.
(texto retirado da internet)
Calendário Histórico
1920: Estréia o Festival de Salzburgo
Em 22 de agosto de 1920, estreou o Festival de Salzburgo, na famosa cidade barroca da Áustria. O programa do festival cultural, que está entre os mais caros e importantes do mundo, inclui teatro, concertos e óperas.
Muitos conhecem a história de Jedermann, o pecador rico que acredita poder comprar tudo com o seu dinheiro, até que a morte o convence do contrário.
“O que deseja de mim, meu Deus? Quer acertar as contas comigo e sem demora. Não estou de maneira alguma preparado para fazer tal prestação de contas. Sou um homem rico e poderoso, e a questão tem de ser adiada – não!”
A apresentação da peça Jedermann (qualquer um) marca, todos os anos no verão europeu, o início do Festival de Salzburgo, a cidade barroca austríaca. Ao lado do teatro, o programa do festival cultural – que está entre os mais caros e importantes do mundo – inclui também inúmeros concertos e encenações de óperas. Todos os anos, mais de seis milhões de visitantes acorrem à cidade, hóspedes bem-vindos, pois os negócios ligados ao turismo são responsáveis por cerca de um quarto de toda a renda da cidade.
Em 1920, por ocasião do primeiro festival, os hóspedes ainda não eram tão bem aceitos, como mostra um registro da época:
“01/07/1920 – O governo estadual de Salzburgo determinou uma restrição das visitas de estranhos e a direção do Festival de Salzburgo comprometeu-se a não fazer nenhuma propaganda das apresentações em cidades estrangeiras. Trens especiais, em direção a Linz, Viena, Zell am See e Bad Ischl, deverão fazer com que os hóspedes partam sem delongas”.
O motivo para a postura pouco hospitaleira do município era a má situação do abastecimento. A Primeira Guerra Mundial tinha deixado seqüelas, havia inflação, falta de material de calefação e de alimentos: foi nessa época pobre que o festival – hoje tão pomposo – teve o seu ponto de partida.
Planos demoraram a ser concretizados
É longa e complicada a história que precedeu o surgimento do festival. Desde os planos iniciais, que datam da época anterior à Primeira Guerra, a concretização sempre foi estorvada por querelas em torno de conceitos e competências, mas principalmente pela escassez crônica de verbas. Em 1918, o lendário dramaturgo Max Reinhard entusiasmou-se com a idéia do festival.
Na sua juventude, Reinhard trabalhara no Teatro de Salzburgo, antes de fazer uma grande carreira em Berlim. Com o seu amigo e colaborador, o poeta Hugo von Hofmannsthal, Reinhard desenvolveu o conceito de fazer o teatro retornar à tradição medieval e da Antigüidade: apresentações não apenas para os cultos e ricos habitantes das grandes cidades, mas sim para todo o povo.
Nada calharia melhor do que a peça mística Jedermann, de Hofmannsthal, com a sua linguagem simples e sua moral mais que óbvia. A morte e o diabo aparecem pessoalmente, da mesma maneira como a fé e o dinheiro: “Quem é você? Não conhece a minha cara? Sou a sua riqueza, o seu dinheiro, o que é tudo para você neste mundo”.
Cenário ideal
A encenação também deveria romper as limitações do teatro convencional. Reinhard aproveitou a Catedral de Salzburgo como cenário, improvisando um palco de madeira diante dela. A encenação da peça começou no final da tarde e terminou quando começava a escurecer.
Os atores participavam da ação também no meio do público, os clamores de Jedermann ressoavam do Castelo Hohensalzburg, órgão e coral podiam ser ouvidos da catedral. “Clamo por vós no momento derradeiro. Oh Deus eterno, oh meu Salvador, ajude-me, se o inimigo infernal insistir em aparecer por aqui.”
E quando, na cena final, Jedermann arrepende-se e é salvo das garras do diabo, soaram os sinos da catedral e ouviu-se uma revoada de pombos.
DIA DO FOLCLORE
DECRETO Nº 56.747, 17/08/1965
O Folclore é a expressão da cultura, dos costumes e tradições de um povo, expressos de maneira oral, escrita ou cênica. Todos os povos têm folclore e é através da sua preservação que torna-se possível a perpetuação das diferentes culturas, bem como o conhecimento verdadeiro da história dos diversos povos.
O folclore é contado e recontado pela oralidade popular e representa a sabedoria do povo. Ele inclui mitos, lendas, contos populares, brincadeiras, provérbios, adivinhações, orações, maldições, encantamentos, juras, xingamentos, gírias, apelidos de pessoas e de lugares, desafios, saudações, despedidas e trava-línguas. Também inclui festas, encenações, artesanato, símbolos, receitas de comidas, medicina popular, danças, música instrumental e canções, inclusive as baladas e canções de ninar.
Folclore brasileiro - O folclore brasileiro possui a herança cultural dos índios, dos portugueses colonizadores, dos africanos e de outros imigrantes europeus. É, portanto um folclore muito rico, isso sem contar as múltiplas manifestações resultantes da extensão do território brasileiro e das diversidades regionais.
São personagens famosos da o folclore brasileiro: o Bumba-meu-boi, o Boitatá, o Boto Rosa, o curupira, a sereia Iara, o lobisomem, a Mula-sem-cabeça e o saci-pererê.
Fonte: UFGNet
Alemanha em Pequim
Ouro de Frodeno no triatlo é o décimo
Um dia depois de seu 27º aniversário, o alemão Jan Frodeno, de Colônia, venceu o triatlo masculino dos Jogos Olímpicos de Pequim. A prata ficou com o canadense Simon Whitfield (1min48s58), enquanto o neozelandês Bevan Docherty (1min49s05) levou a medalha de bronze.
O ouro de “Frodo”, como foi carinhosamente apelidado, é o décimo da Alemanha no evento. Frodeno, que tinha treinado para dar tudo de si nos últimos 500 metros da prova, obteve um tempo total de 1h48min53.
Nascido em Colônia, se mudou com os pais aos 11 anos para a África do Sul e lá treinou natação. Terminado o segundo grau, voltou à Alemanha, onde jogou na Bundesliga do Campeonato Alemão de futebol. A idéia do triatlo surgiu quando seu pai o convenceu a fazer um tour de mountain bike. Sua primeira participação em uma competição foi só aos 20 anos, no fim de 2001. (rr)
Fonte: http://www.dw-world.de/dw/article/0,,3577396,00.html?maca=bra-newsletter_br_Destaques-2362-html-nl
Danças apresentadas pelo Rheinland
A dança é arte, é natural como o gesto, que não é senão o eu instrumento. A dança, seguindo uma filosofia, é a matriz da cultura, a mais alta expressão da vida. A dança representava em países como Alemanha e Polônia um costume realizado após as tarefas do campo, como forma de diversão e convívio. Funcionava também como forma de espantar os males do corpo e da alma.
Em cada país florescem danças características e originais, executadas ao som de instrumentos típicos de seu respectivo povo. A Valsa, por exemplo, teve sua origem mais próxima vinda das danças rústicas alpinas na Áustria, destacando-se o Lãndler. Do campo foi para as cidades, notabilizando-se inicialmente em Viena e expandindo-se pelo continente europeu.
A Polca, um gênero de música dançante de compasso binário, originou-se no início do século XIX, na Boêmia, também se disseminando para outros países.
A Escócia, país de influencia da cultura gaélica, traz em suas músicas ritmos rápidos (reels e jigs) e mais lentos (strathspey), encontrados no passo mais característico da região, o Schottisch.
O Tirol, antiga província do Império Austríaco, apresenta uma das mais típicas danças européia, o Schuhplattler, uma espécie de sapateado de origem celta muito praticado na Alemanha, Áustria e Itália, sofrendo adaptações.
A Ucrânia oferece um estilo de dança com passos leves e acrobáticos. As danças representam comemorações da colheita e festas típicas no costume de cada região.
Ainda que cada povo tenha as suas danças típicas, estas acabam por passar para outros países, havendo então, a difusão dos passos por toda a Europa, adaptando-se as suas características e, consequentemente, sofrendo algumas alterações inclusive no que se refere a passagem dos anos. Foi o que sucedeu com a valsa, a polca, a mazurca, a contradança (originando as danças em quadrilha), entre outras. Porém há danças muito próprias de cada nação como, por exemplo, as “tarantellas” da Itália; e o sapateado da Espanha.
O que as danças folclóricas trazem é o resgate da cultura transformada em passos executados ao som de instrumentos típicos milenares.
A dança sempre foi a forma mais viva de se expressar os sentimentos.
Atlas de dialetos alemães
Faça uma viagem lingüística pela Alemanha e fique conhecendo as principais variantes regionais do idioma alemão, que a DW-WORLD está reunindo para você neste especial.
FONTE DW-WORLD.DE
- DW-WORLD: Bávaro: fala de abreviaturas e diminutivos
O temperamento calmo do bávaro geralmente o leva a falar devagar, mas também faz com que ele economize saliva, abreviando diversas palavras num único som. Confira as surpresas lingüísticas que nos esperam na Baviera.
- DW-WORLD: Berlinense: sem fronteiras, nem gramática
O dialeto berlinense é uma mistura muito própria de variantes lingüísticas e culturais. Além de sua predileção por neologismos, o berlinense não faz muita questão de declinações e outras regras gramaticais.
- DW-WORLD: Alemânico: na ponta da língua de seis países
Os alemânis deixaram o rastro de sua variante lingüística em diversos países. Mas isso não quer dizer que todos os falantes de alemânico se entendam…
- DW-WORLD: Hamburguês: “bom-dia” cedo, à tarde e à noite
O dialeto típico de Hamburgo não é o único falado na cidade hanseática. Uma outra variante remete à língua escrita adotada em alguns principados, antes da unificação da Alemanha.
- DW-WORLD: Dialeto de Hessen: alemão com chiados
Não existe um dialeto único em Hessen, mas sim diversas variantes dialetais semelhantes. A forma original foi preservada por emigrantes alemães na Hungria.
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DW-WORLD: Kölsch: o dialeto melódico
O dialeto de Colônia não é apenas uma variante lingüística, é um modo de vida. Apesar de ser quase tão difícil como uma língua estrangeira, muita gente tem interesse em aprender a tranqüila litania dos renanos.
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DW-WORLD: Baixo-alemão: o falar arcaizante
Alemão do norte (Norddeutsch) e baixo-alemão (Plattdeutsch) são designações bastante genéricas para os dialetos falados em diversas regiões do norte da Alemanha. No litoral do Báltico e no interior, o dialeto provavelmente é mais falado que nas cidades.
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DW-WORLD: Suábio: lacônico e diminutivo
O suábio tem fama de pão-duro. Dizem que economiza até nas palavras, pois é monossilábico e gosta de falar tudo no diminutivo. O dialeto falado em Baden-Württemberg e em partes da Baviera é cultivado por grande parte da população, em todas as suas variantes regionais.
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DW-WORLD: Saxônio: a língua de Lutero
O saxônio é um dos dialetos com maior grau de rejeição entre os alemães. Muitos saxônios até se envergonham de seu falar. Isso, apesar de serem os que falavam o alemão mais exemplar. Lutero não traduziu a Bíblia para o alemão e sim para o saxônio.
FONTE DW. LEIA A MATÉIRA COMPLETA EM : http://www.dw-world.de/dw/article/0,2144,1597717,00.html





























